História de um T1 - o meu começo


 
    A história de comprar um imóvel para investimento não começou assim há tanto tempo...

    Todos temos um percurso de vida que moldou a nossa personalidade, tal como a que conhecemos. Por sua vez, no que respeita à visão de investidor, essa mesma personalidade, limita ou propicia, eventuais decisões que tomemos na planificação das nossas finanças.
    E assim foi! Fruto das dificuldades percecionadas por mim, enquanto criança, relativamente às condições educativas que a minha mãe tentou manter para garantir uma educação aos seus filhos, percebi a importância de aplicar o dinheiro de uma forma eficiente. Talvez não seja a palavra mais apropriada neste contexto mas é, de facto, a palavra que descreve o sentido de aplicar o dinheiro de uma forma consciente, pensando que o mesmo demora a crescer no "baú" das poupanças. E por isso, temos de o utilizar eficientemente.
    Numa outra perspetiva, o facto de utilizarmos da "melhor maneira" o dinheiro de que dispomos, ou seja, o nosso ordenado, não garante uma prosperidade per si. Percebi que, mais importante em garantir que o poupemos, é garantir que o dinheiro gira dinheiro. A minha eleição foi investir em casas que devolvam rendas passivas, por outras palavras, comprar para arrendar.
    A opção nem sempre foi consensual no seio familiar, contudo, a experiência veio a mostrar que o que é preciso é começar!
    
    Decidido em adquirir o meu primeiro imóvel comecei à procura. As minhas condições eram as de qualquer investidor: comprar bem e barato. Pois bem, nem sempre se conseguem negócios da China, e como tal, fui tropeçando em algumas opções, nem sempre as melhores. Cá em casa diziam "só vez é porcaria". Pudera, o investimento estava limitado ao facto de eu possuir pouca liquidez para dar uma entrada inicial e fazer as respetivas obras, caso fosse necessário. Tal facto limitou a minha escolha relativamente à tipologia do imóvel, pois os preços que estava disposto a avançar rondavam os cinquenta mil euros, e nessa ordem de valores apenas estavam disponíveis T0, T1 e por vezes, T2 (estávamos em 2019). O T1 surge, portanto, de uma questão de alcance financeiro, mas...será mesmo assim? Senão vejamos, considerando a maravilhosa cidade de Setúbal, o preço médio de venda, prestação (financiamento bancário) e renda são os seguintes:
    1. T3 : 150.000 euros/ 500 euros/700 euros
    2. T2 : 130.000 euros/ 400 euros/600 euros
    3. T1: 100.000 euros/ 300 euros/500 euros
    investimento em setúbal
    Tomando este exemplo, mesmo sem outras variáveis que estão a faltar, facilmente poderemos constatar que, para além do esforço financeiro ser inferior, caso optemos por investir num T1, a taxa expectável de rentabilidade é maior. Adicionalmente, poderemos ter ainda em conta:
    1. Menor investimento inicial (entrada), caso opte por financiamento bancário. Normalmente 20% + Imposto Selo e Escritura;
    2. Tendencialmente, menor valor de condomínio;
    3. Atualmente, as rendas poderão aproximar-se entre si;
   4. Maior taxa de rotatividade de inquilinos, no entanto, maior liquidez disponível, uma vez que é normal optar por exigir várias rendas em avanço. 

    Tecendo as primeiras conclusões desta pequena jornada, visualizo a opção de investir num apartamento T1 para arrendamento uma opção de investimento eficiente, uma vez que exige uma esforço inicial menor relativamente às suas poupanças, e por outro lado, revela não ser remunerador o investimento em tipologias superiores, pois exigem um esforço superior, nem sempre com  taxas de rentabilidade atrativas.

    Assim nasceu o one to start e o conceito "DeCADe"
one to start - conceito decade
Veja os passos necessários ao seu sucesso:
(2) "Crescer"
(3) Analisar 
(3) Decidir.
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